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	<title>Arquivo de Traje Folclórico Português - Avilhoesa</title>
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	<description>▴ Folclore &#124; Lenços &#124; Bordados &#124; Ilustrações e Costura Histórica</description>
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	<title>Arquivo de Traje Folclórico Português - Avilhoesa</title>
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		<title>Traje de Trabalho &#8211; Ilha de São Jorge</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2024 20:32:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traje Folclórico Português]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2023 a Casa dos Açores do Rio de Janeiro encomendou-me um traje para Mônica, uma componente que estava voltando para o Grupo Folclórico Padre Tomáz Borba após um longo período de ausência! Esse traje complementaria o acervo da casa, e portanto, deveria ser um traje de trabalho da Ilha de São Jorge. O meu desafio pessoal foi o tamanho da componente, pois eu nunca havia feito Plus Size. Também nunca havia trabalhado com um corpo trapézio, que possui ombros/tronco mais largo do que a cintura e o quadril. Mas reuni coragem, tive muita ajuda no processo e sou inteiramente grata a esta oportunidade! ✦ A foto de inspiração para a confecção do croqui foi esta: ✦ No final das pesquisas, terminei com um painel de inspiração maior, contato com imagens do livro &#8220;Da Tecelagem ao Trajo&#8221; e também fotografias do Grupo Etnográfico da Beira, sediado na Ilha de São Jorge. Painel de inspiração A minha sorte foi a viagem marcada para a Madeira em Julho, onde tive a oportunidade de me comunicar com os conselheiros dos Açores e pedir ajuda para esta encomenda! Consegui assim o contato de dona Leonor, que gentilmente me &#8220;emprestou&#8221; virtualmente o livro Da Tecelagem ao Trajo, da própria Ilha de São Jorge, e portanto, o melhor acervo de informações que eu poderia ter em minhas mãos no momento! Procurei o tecido no Brasil, pois há uma discrepância gigantesca de valores têxteis, já que em Portugal praticamente não se produz tecidos em comparação. Fui até o Polo têxtil do Rio de Janeiro a caça de um tecido que fosse parecido, e nossa! Encontramos um praticamente igual a um exemplar do livro! Tamanha foi a nossa felicidade e também concordância, que não poderia ser outro tecido! O tecido é tricoline estampada 100% algodão. Gostaria de comprar este tecido? Clica aqui CONSTRUÇÃO DA MODELAGEM CAMISA Para a camisa, eu utilizei como base a&#160;Gibson Blouse, no tamanho 3XL, que é uma ótima modelagem para os cortes do período. Fiz várias alterações, principalmente depois da primeira prova na Mônica. Adicionei vivos na frente, costas e punhos, além dos babados (4,5 cm para cada lado), e também precisei transferir a abertura da camisa para a frente. A Gibson é franzida, mas para criar o efeito de uma cintura mais fina que o quadril, decidi substituir por pregas dos dois lados da frente, costuradas até a linha da cintura, assim abrindo no quadril. Para os vivos, utilizei um barbante antigo que era do acervo da minha mãe, e os envelopei no viés rosa claro, dentro da paleta da estampa, também antigo da marca Destaque. Aumentei o topo das mangas para poder franzi-las nos ombros, dando aquele efeito &#8220;puff&#8221; de antigamente. Afunilei os punhos à gosto da Mônica, pois o traje do grupo Etnográfico é mais largo. A cava das camisas de antigamente era mais rende à articulação do braço, e por isso, estranhamos um pouco seu uso. SAIA Inicialmente pensei em um modelo que aumentasse o volume nas laterais do quadril, para fazer um efeito de enchimento. Então a saia tinha o centro reto e depois era toda franzida, além de uma faixa de babados na bainha. Essa faixa eu fiz com o dobro do comprimento da roda da saia (6 metros). Na primeira prova ficou claro que eu precisaria refazer o modelo da saia, pois a minha escolha inicial não valorizava o corpo da Mônica. Do jeito que estava, ficava complicado da saia se manter na cintura dela, mesmo apertando o cordão. O cordão foi feito com o mesmo tecido da saia. Outra alteração foi no comprimento, que apesar de já ter duas pregas perto do babado, eu deixei para consertar quando abri as costuras do cós, dobrando as Pregas de Imprensa (Cartridge Pleating), assim criando volume. As Pregas de Imprensa eu tive de refazer, mas o resultado valeu muito à pena. Esse e os outros detalhes da saia foram feitos à mão. A saia final ficou com 98cm de comprimento, 3cm de cós, e 3m de roda. A abertura da lateral ficou com 18 cm e além do cordão, fecha com um botão. As laterais da saia eu fechei com costura francesa. ANÁGUA Para a anágua fiz uma modelagem simples, cortando 2,5 metros de roda. A cintura é regulável, com um cordão (fita de espinha de peixe) passando no cós, e após dar o nó na posição desejada, é só finalizar prendendo o botão. A anágua final ficou com 89cm de comprimento, cós de 2,5 cm e 2m de roda. Resultado Nós fizemos apenas 2 provas para chegar nas peças finais&#8230;! Quando eu tiver fotos boas do traje na Mônica colocarei aqui! Por enquanto, fique com o vídeo dessa confecção.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://avilhoesa.com/2024/06/15/traje-de-trabalho-ilha-de-sao-jorge/">Traje de Trabalho &#8211; Ilha de São Jorge</a> aparece primeiro em <a href="https://avilhoesa.com">Avilhoesa</a>.</p>
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<p>Em 2023 a Casa dos Açores do Rio de Janeiro encomendou-me um traje para Mônica, uma componente que estava voltando para o Grupo Folclórico Padre Tomáz Borba após um longo período de ausência! Esse traje complementaria o acervo da casa, e portanto, deveria ser um traje de trabalho da Ilha de São Jorge. O meu desafio pessoal foi o tamanho da componente, pois eu nunca havia feito <em>Plus Size</em>. Também nunca havia trabalhado com um corpo trapézio, que possui ombros/tronco mais largo do que a cintura e o quadril. Mas reuni coragem, tive muita ajuda no processo e sou inteiramente grata a esta oportunidade!</p>



<p>✦ A foto de inspiração para a confecção do croqui foi esta:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="698" height="500" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/grupoetnograficodabeira.jpg" alt="grupo etnográfico da beira" class="wp-image-3217" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/grupoetnograficodabeira.jpg 698w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/grupoetnograficodabeira-300x215.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/grupoetnograficodabeira-600x430.jpg 600w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure>



<p>✦ No final das pesquisas, terminei com um painel de inspiração maior, contato com imagens do livro &#8220;Da Tecelagem ao Trajo&#8221; e também fotografias do Grupo Etnográfico da Beira, sediado na Ilha de São Jorge.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Painel de inspiração</h2>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="996" height="500" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/painelacores.jpg" alt="painel de inspiração ilha de são jorge" class="wp-image-3222" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/painelacores.jpg 996w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/painelacores-300x151.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/painelacores-768x386.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/painelacores-600x301.jpg 600w" sizes="(max-width: 996px) 100vw, 996px" /></figure>



<p></p>



<p>A minha sorte foi a viagem marcada para a Madeira em Julho, onde tive a oportunidade de me comunicar com os conselheiros dos Açores e pedir ajuda para esta encomenda! Consegui assim o contato de dona Leonor, que gentilmente me &#8220;emprestou&#8221; virtualmente o livro Da Tecelagem ao Trajo, da própria Ilha de São Jorge, e portanto, o melhor acervo de informações que eu poderia ter em minhas mãos no momento!</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="996" height="500" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/datecelagemaotrajo.jpg" alt="da tecelagem ao trajo" class="wp-image-3227" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/datecelagemaotrajo.jpg 996w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/datecelagemaotrajo-300x151.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/datecelagemaotrajo-768x386.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/datecelagemaotrajo-600x301.jpg 600w" sizes="(max-width: 996px) 100vw, 996px" /></figure>



<p>Procurei o tecido no Brasil, pois há uma discrepância gigantesca de valores têxteis, já que em Portugal praticamente não se produz tecidos em comparação. Fui até o Polo têxtil do Rio de Janeiro a caça de um tecido que fosse parecido, e nossa! Encontramos um praticamente igual a um exemplar do livro! Tamanha foi a nossa felicidade e também concordância, que não poderia ser outro tecido! O tecido é <em>tricoline estampada 100% algodão</em>. Gostaria de comprar este tecido? <a href="https://s.shopee.com.br/2q9S5DukYU">Clica aqui</a></p>



<p></p>



<h1 class="wp-block-heading">CONSTRUÇÃO DA MODELAGEM</h1>



<h2 class="wp-block-heading">CAMISA</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="500" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/camisaacores1.jpg" alt="camisa de trabalho dos açores" class="wp-image-3230" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/camisaacores1.jpg 1000w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/camisaacores1-300x150.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/camisaacores1-768x384.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/camisaacores1-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Tricoline Rosa/Vinho, estampada, 100% algodão</em></li>



<li><em>9 Botões na cor rosa </em></li>



<li><em>Barbante São João, 100% algodão</em></li>



<li><em>Viés Rosa, 100% algodão</em></li>
</ul>



<p>Para a camisa, eu utilizei como base a&nbsp;<a href="https://www.folkwear.com/products/205-gibson-girl-blouse" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gibson Blouse</a>, no tamanho 3XL, que é uma ótima modelagem para os cortes do período. Fiz várias alterações, principalmente depois da primeira prova na Mônica. Adicionei vivos na frente, costas e punhos, além dos babados (4,5 cm para cada lado), e também precisei transferir a abertura da camisa para a frente. </p>



<p>A Gibson é franzida, mas para criar o efeito de uma cintura mais fina que o quadril, decidi substituir por pregas dos dois lados da frente, costuradas até a linha da cintura, assim abrindo no quadril. Para os vivos, utilizei um barbante antigo que era do acervo da minha mãe, e os envelopei no viés rosa claro, dentro da paleta da estampa, também antigo da marca Destaque. Aumentei o topo das mangas para poder franzi-las nos ombros, dando aquele efeito &#8220;puff&#8221; de antigamente.  Afunilei os punhos à gosto da Mônica, pois o traje do grupo Etnográfico é mais largo. A cava das camisas de antigamente era mais rende à articulação do braço, e por isso, estranhamos um pouco seu uso.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">SAIA</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="500" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saiaacores.jpg" alt="saia de trabalho dos açores" class="wp-image-3212" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saiaacores.jpg 1000w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saiaacores-300x150.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saiaacores-768x384.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saiaacores-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Tricoline Rosa/Vinho, estampada, 100% algodão</em></li>



<li><em>1 Bot</em>ão<em> de 2cm</em></li>
</ul>



<p>Inicialmente pensei em um modelo que aumentasse o volume nas laterais do quadril, para fazer um efeito de enchimento. Então a saia tinha o centro reto e depois era toda franzida, além de uma faixa de babados na bainha. Essa faixa eu fiz com o dobro do comprimento da roda da saia (6 metros). Na primeira prova ficou claro que eu precisaria refazer o modelo da saia, pois a minha escolha inicial não valorizava o corpo da Mônica. Do jeito que estava, ficava complicado da saia se manter na cintura dela, mesmo apertando o cordão. O cordão foi feito com o mesmo tecido da saia. </p>



<p></p>



<p>Outra alteração foi no comprimento, que apesar de já ter duas pregas perto do babado, eu deixei para consertar quando abri as costuras do cós, dobrando as <em>Pregas de Imprensa (Cartridge Pleating)</em>, assim criando volume. As <em>Pregas de Imprensa</em> eu tive de refazer, mas o resultado valeu muito à pena. Esse e os outros detalhes da saia foram feitos à mão. A saia final ficou com 98cm de comprimento, 3cm de cós, e 3m de roda. A abertura da lateral ficou com 18 cm e além do cordão, fecha com um botão. As laterais da saia eu fechei com costura francesa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">ANÁGUA</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="500" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saioteacores.jpg" alt="saiote de trabalho dos açores" class="wp-image-3213" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saioteacores.jpg 1000w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saioteacores-300x150.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saioteacores-768x384.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/saioteacores-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Percal 50 fios, na cor branca, 100%</em> <em>algodão</em></li>



<li><em>Bordado Inglês 100% algodão</em></li>



<li><em>Fita espinha de peixe 100% algodão</em></li>



<li><em>1 Botão de Madrepérola</em></li>
</ul>



<p>Para a anágua fiz uma modelagem simples, cortando 2,5 metros de roda. A cintura é regulável, com um cordão (fita de espinha de peixe) passando no cós, e após dar o nó na posição desejada, é só finalizar prendendo o botão. A anágua final ficou com 89cm de comprimento, cós de 2,5 cm e 2m de roda.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultado</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="632" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/trajedetrabalhoilhadesaojorge-1024x632.jpg" alt="TRAJE DE TRABALHO – ILHA DE SÃO JORGE" class="wp-image-3232" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/trajedetrabalhoilhadesaojorge-1024x632.jpg 1024w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/trajedetrabalhoilhadesaojorge-300x185.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/trajedetrabalhoilhadesaojorge-768x474.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/trajedetrabalhoilhadesaojorge-1536x948.jpg 1536w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/trajedetrabalhoilhadesaojorge-2048x1265.jpg 2048w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/trajedetrabalhoilhadesaojorge-1140x704.jpg 1140w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/trajedetrabalhoilhadesaojorge-600x370.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Nós fizemos apenas 2 provas para chegar nas peças finais&#8230;! Quando eu tiver fotos boas do traje na Mônica colocarei aqui! Por enquanto, fique com o vídeo dessa confecção.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p>O conteúdo <a href="https://avilhoesa.com/2024/06/15/traje-de-trabalho-ilha-de-sao-jorge/">Traje de Trabalho &#8211; Ilha de São Jorge</a> aparece primeiro em <a href="https://avilhoesa.com">Avilhoesa</a>.</p>
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		<title>Colete de Rabos Entre-Douro e Minho</title>
		<link>https://avilhoesa.com/2024/06/07/colete-de-rabos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 22:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traje Folclórico Português]]></category>
		<category><![CDATA[colete de rabos]]></category>
		<category><![CDATA[douro]]></category>
		<category><![CDATA[folclore portugues]]></category>
		<category><![CDATA[minho]]></category>
		<category><![CDATA[traje folclórico]]></category>
		<category><![CDATA[traje português]]></category>
		<category><![CDATA[traje tipico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos coletes mais interessantes no folclore português é o Colete de Rabos! Assim o designamos pois você já deve ter percebido essas abas que caem na frente, nas laterais e mais duas finas nas costas. Muito comum na região setentrional do país, principalmente Entre-Douro e Minho, aparecendo de diversas formas: linho, algodão, cotil, veludo, liso ou estampado, bordado à maquina/mão, com aplicações de fitas ou couro, etc. Primeiro era usado como colete externo (que era coberto pelo lenço de peito) servindo como sutiã, mas posteriormente virou peça interna! Recebi uma encomenda para materializar este colete de rabos, da forma mais icônica: com bordados de Guimarães. Modelagens de folclore não são fáceis de encontrar, e muito menos adquirir ou tocar em peças antigas, pois eram muito usadas e degastadas, iam muitas vezes para o túmulo, e não sobreviveram em número. Felizmente, elas ainda seguem paralelamente às modas da época, aquelas ditadas pela Inglaterra e França, e foi desta maneira que optei por começar a fazer esta modelagem: CONSTRUÇÃO DA MODELAGEM ✦ Primeiro procurei pelo Short Stays da Regência, que é o modelo que mais se assemelha em construção e produto final à este colete de rabos. Achei muitos processos na internet, mas decidi seguir este tutorial: http://www.clusterfrock.com/2014/03/how-to-draft-regency-short-stays.html O resultado desse tutorial não considerei muito bom, usando as medidas da cliente. Talvez funcione melhor para o short stays mesmo, mas achei que as tiras, e o posicionamento dos gussets estavam equivocados para o formato do seio. Fica a dica caso queira experimentar você mesma! Então, com a 1ª peça piloto em algodão cru, fiz as modificações visualmente no manequim (42), que depois alterei no papel: ✦ Decidi cortar num tecido bonito e fazer a 2ª peça piloto para a cliente experimentar! Por quê? Essa peça ficará para mim, ou para vender…! Assim todo o tempo que passei costurando não será “jogado fora” numa peça sem utilidade no futuro (caso a modelagem desse certo). Pois bem, escolhi para o tecido exterior o fustão e o forro de percal, ambos 100% algodão. Uni os rabos às peças principais primeiro. Depois uni todas as peças do tecido exterior, e em seguida todas as peças de forro. ✦ Agora é a reta final! Com tudo pronto, uni as duas camadas de tecido pela borda inferior, costurando frente com frente e depois revirei. Coloquei as barbatanas (usei de plástico duro e arredondei as bordas com uma lixa) na canaleta que já havia preparado (pegam apenas metade do comprimento da peça, não coloquei na parte do rabo) fechei ela à mão, depois vim pela borda superior aplicando a fita de viés primeiro com a máquina, e finalizando o interior à mão. PEÇA PRONTA! MEU 1º COLETE DE RABOS! ✦Experimentei em mim antes de mandar para a cliente e adorei! Modelo muito confortável, sustenta bem o peito sem os incômodos de bojos e aros de hoje em dia, tem alças mais grossas que um sutiã dando mais leveza aos ombros e não deixa marcas na pele. ✦Postei no correio, chegou para a cliente e voltou pra mim super rápido! Ela é de São Paulo e eu estou no Rio de Janeiro. O resultado da prova virtual está nas fotos abaixo! No geral, achei que ficou muito satisfatório, com ajustes mínimos {apertar um pouco nos seios e remover um pouco da lateral (na zona da pence de busto)}. Resolverei o primeiro problema reduzindo a medida do busto, cerca de 1,5cm em cada lado, e o segundo apenas inclinando a modelagem…! Nesta peça piloto fiz muitos recortes (deixei os rabos como peças separadas), mas me deu muito mais trabalho. A modelagem com recortes pode ser deixada para projetos que envolvam aproveitamento de retalhos de tecido. O ideal (para agilizar a costura) é que sejam 4 peças de cada lado (centro-frente, lateral, costas e alça). NO PRÓXIMO CAPÍTULO: Começar a peça final, cortando o verdadeiro colete da minha cliente, em linho puro, já no formato dela sem alterações, pois iremos bordar muito! Quer conhecer mais sobre o Minho? Leia o post sobre os aventais de Viana, os mais lindos de Portugal!</p>
<p>O conteúdo <a href="https://avilhoesa.com/2024/06/07/colete-de-rabos/">Colete de Rabos Entre-Douro e Minho</a> aparece primeiro em <a href="https://avilhoesa.com">Avilhoesa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um dos coletes mais interessantes no folclore português é o <strong>Colete de Rabos</strong>! Assim o designamos pois você já deve ter percebido essas abas que caem na frente, nas laterais e mais duas finas nas costas. Muito comum na região setentrional do país, principalmente Entre-Douro e Minho, aparecendo de diversas formas: linho, algodão, cotil, veludo, liso ou estampado, bordado à maquina/mão, com aplicações de fitas ou couro, etc. Primeiro era usado como colete externo (que era coberto pelo lenço de peito) servindo como sutiã, mas posteriormente virou peça interna!</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="500" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletesderabos.jpg" alt="colete de rabos guimarães" class="wp-image-3190" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletesderabos.jpg 1000w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletesderabos-300x150.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletesderabos-768x384.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletesderabos-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p></p>



<p>Recebi uma encomenda para materializar este colete de rabos, da forma mais icônica: com bordados de Guimarães. Modelagens de folclore não são fáceis de encontrar, e muito menos adquirir ou tocar em peças antigas, pois eram muito usadas e degastadas, iam muitas vezes para o túmulo, e não sobreviveram em número. Felizmente, elas ainda seguem paralelamente às modas da época, aquelas ditadas pela Inglaterra e França, e foi desta maneira que optei por começar a fazer esta modelagem:</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">CONSTRUÇÃO DA MODELAGEM</h3>



<p>✦ Primeiro procurei pelo <em><strong>Short Stays</strong></em> da Regência, que é o modelo que mais se assemelha em construção e produto final à este colete de rabos. Achei muitos processos na internet, mas decidi seguir este tutorial:</p>



<p><a href="http://www.clusterfrock.com/2014/03/how-to-draft-regency-short-stays.html">http://www.clusterfrock.com/2014/03/how-to-draft-regency-short-stays.html</a></p>



<p>O resultado desse tutorial não considerei muito bom, usando as medidas da cliente. Talvez funcione melhor para o short stays mesmo, mas achei que as tiras, e o posicionamento dos gussets estavam equivocados para o formato do seio. Fica a dica caso queira experimentar você mesma! Então, com a 1ª peça piloto em algodão cru, fiz as modificações visualmente no manequim (42), que depois alterei no papel:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="418" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/processocoletederabos-1024x418.jpg" alt="modelagem colete de rabos" class="wp-image-3191" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/processocoletederabos-1024x418.jpg 1024w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/processocoletederabos-300x123.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/processocoletederabos-768x314.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/processocoletederabos-600x245.jpg 600w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/processocoletederabos.jpg 1124w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>✦ Decidi cortar num tecido bonito e fazer a 2ª peça piloto para a cliente experimentar! Por quê? Essa peça ficará para mim, ou para vender…! Assim todo o tempo que passei costurando não será “jogado fora” numa peça sem utilidade no futuro (caso a modelagem desse certo). Pois bem, escolhi para o tecido exterior o fustão e o forro de percal, ambos 100% algodão. Uni os rabos às peças principais primeiro. Depois uni todas as peças do tecido exterior, e em seguida todas as peças de forro.</p>



<p>✦ Agora é a reta final! Com tudo pronto, uni as duas camadas de tecido pela borda inferior, costurando <em>frente com frente</em> e depois revirei. Coloquei as barbatanas (usei de plástico duro e arredondei as bordas com uma lixa) na canaleta que já havia preparado (pegam apenas metade do comprimento da peça, não coloquei na parte do rabo) fechei ela à mão, depois vim pela borda superior aplicando a fita de viés primeiro com a máquina, e finalizando o interior à mão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PEÇA PRONTA! MEU 1º COLETE DE RABOS!</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="558" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto-1024x558.jpg" alt="colete de rabos" class="wp-image-3195" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto-1024x558.jpg 1024w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto-300x163.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto-768x418.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto-1140x621.jpg 1140w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto-600x327.jpg 600w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto.jpg 1430w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>✦Experimentei em mim antes de mandar para a cliente e adorei! Modelo muito confortável, sustenta bem o peito sem os incômodos de bojos e aros de hoje em dia, tem alças mais grossas que um sutiã dando mais leveza aos ombros e não deixa marcas na pele.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="558" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto2-1024x558.jpg" alt="colete de rabos" class="wp-image-3196" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto2-1024x558.jpg 1024w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto2-300x163.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto2-768x418.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto2-1140x621.jpg 1140w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto2-600x327.jpg 600w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coletepronto2.jpg 1430w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>✦Postei no correio, chegou para a cliente e voltou pra mim super rápido! Ela é de São Paulo e eu estou no Rio de Janeiro. O resultado da prova virtual está nas fotos abaixo! No geral, achei que ficou muito satisfatório, com ajustes mínimos {apertar um pouco nos seios e remover um pouco da lateral (na zona da pence de busto)}. Resolverei o primeiro problema reduzindo a medida do busto, cerca de 1,5cm em cada lado, e o segundo apenas inclinando a modelagem…!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="286" src="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coleteprovavirtual-1-1024x286.jpg" alt="colete prova virtual" class="wp-image-3194" srcset="https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coleteprovavirtual-1-1024x286.jpg 1024w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coleteprovavirtual-1-300x84.jpg 300w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coleteprovavirtual-1-768x215.jpg 768w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coleteprovavirtual-1-1536x429.jpg 1536w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coleteprovavirtual-1-1140x318.jpg 1140w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coleteprovavirtual-1-600x168.jpg 600w, https://avilhoesa.com/wp-content/uploads/2024/06/coleteprovavirtual-1.jpg 1643w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>Nesta peça piloto fiz muitos recortes (deixei os rabos como peças separadas), mas me deu muito mais trabalho. A modelagem com recortes pode ser deixada para projetos que envolvam aproveitamento de retalhos de tecido. O ideal (para agilizar a costura) é que sejam 4 peças de cada lado (centro-frente, lateral, costas e alça).</p>



<p>NO PRÓXIMO CAPÍTULO: Começar a peça final, cortando o verdadeiro colete da minha cliente, em linho puro, já no formato dela sem alterações, pois iremos bordar muito!</p>



<p>Quer conhecer mais sobre o Minho? Leia o post sobre os <a href="https://avilhoesa.com/2022/03/27/anatomia-avental-de-viana/">aventais de Viana</a>, os mais lindos de Portugal!</p>
<p>O conteúdo <a href="https://avilhoesa.com/2024/06/07/colete-de-rabos/">Colete de Rabos Entre-Douro e Minho</a> aparece primeiro em <a href="https://avilhoesa.com">Avilhoesa</a>.</p>
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		<title>Traje Típico Infantil!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 02:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traje Folclórico Português]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
		<category><![CDATA[traje folclórico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha primeira encomenda de traje típico português!&#160;♥&#160;Muitos de vocês que me acompanham, sabem que já me aventurei modificando trajes e até peças inspiradas, mas não tinha me comprometido ainda com o sonho de uma cliente. Para minha surpresa o primeiro veio em tamanho&#160;infantil! O desafio foi intenso pois fiz praticamente tudo em 2 semanas, mas tive a oportunidade de testar todas as técnicas que venho estudando nos últimos 2 anos, e o mais importante: os pais da pequena Manu amaram e foi uma surpresa linda para seus avós! Todos os meus trabalhos tem muito carinho envolvido, mas aqueles que tocam na memória ancestral e afetiva, são mais do que especiais! Como não moro no mesmo estado da cliente, não foi possível provar&#160;antes de fechar as peças! Então as três peças: camisa, avental e saia foram feitas baseado nas medidas apresentadas e com o auxílio da criança da vizinha! hahaha. sAIA Comecei pelo mais fácil: a saia. Os cortes são todos em retângulos: linho, lã, forro da barra, forro do cós e viés. Lavei antes de montar para que não enrugasse após o uso. Por estarmos no Brasil, o acesso a linho da terra ou estopa é quase impossível, então decidi usar linho puro fino, até por ser mais fresco e condizente com nosso clima tropical. Precisei juntar uma camada de forro (usei algodão cru) ao cós para que as pregas de imprensa tivessem a grossura habitual, e esta parte foi feita a mão, com fio de linho importado.&#160; A montagem em geral foi feita à máquina. Deixei a saia mais comprida que a medida e a encurtei adicionando duas carreiras de pregas, para que possam soltá-las conforme a Manu for crescendo. Também passei um soutache por dentro do viés, assim adicionando elasticidade à cintura. CAMISA No meio do caos, adaptei a modelagem comercial da&#160;Gibson Blouse, com uma redução matemática de 100% para 80% utilizando a medida do pescoço como referência e também o tipo físico da menina. Minha primeira tentativa foi mais drástica, em algodão cru&#8230; parecia um vestido para bebê! haha Logo reconsiderei tudo e me arrisquei no tecido final (tricoline estampada 100% algodão). Cortei os babados no viés para dar um twist. Os maiores ajustes após a única prova (na criança da vizinha) foram no ombros, cava e mangas. Deixei as mangas com elástico, da mesma forma que minha avó fazia por 2 motivos: medo de não vestir bem, e porque se eu colocasse mais lacinhos para amarrar, imagine quantas horas a mãe da Manu iria levar para vesti-la! A camisa já tem 7 botões nas costas e tiras a frente. Para quem não conhece, este corte de camisa foi um clássico eduardiano, e tem seu nome batizado na &#8220;Gibson Girl&#8221;, o ideal de beleza feminina do virar do século 19 pro 20. É um corte transversal à todas as regiões de Portugal. aVENTAL Por último deixei o avental. Não foi uma escolha planejada mas sim forçada pela procura da agulha perfeita! Consegui achá-la com o auxílio da&#160;Lari Ateliê&#160;pela internet! Imagina isso! Afinal o bordado é fio de lã em cima de tecido lã. Vocês não sabem o tanto de força que é necessário para fazer o bordado &#8220;fada do lar&#8221;, tanto que acredito ser mais condizente para mãos masculinas. No Brasil chamamos de Ponto Russo ou Punch Needle. Criei o risco baseado em fotos de trajes antigos de lavradeiras.&#160; Como o tecido base era&#160;baeta, ou seja, fino demais, tive que duplicar o cós para chegar na grossura habitual das pregas de imprensa. O viés para o cós foi tingido de vermelho e ficou no tom perfeito! Esta também foi minha primeira experiência com tingimento, e eu amei!! Toques finais à mão: fiz uma &#8220;fita de nastro&#8221; decorativa com a própria baeta e ponto cruz, e adicionei fita de veludo rosa nas laterais e ponto espinha. A escolha do traje foi feita baseada no gosto dos pais e no meu brainstorming para adequar historicamente o traje à idade da Manu. As exigências eram: cor vermelha, ter uma saia de &#8220;domingar&#8221; e um avental. Fiz o croqui, e após a confirmação, fui à procura dos tecidos e aviamentos que me faltavam. Na metade do segundo tempo uma faixa preta com franjas também foi adicionada à encomenda para o irmão da Manu! Por conta do tempo apertado, só ficou faltando completar esse traje com um lindo&#160;lenço vermelho! Agora que vocês já viram tudo&#8230; como me sai?&#160;★ Deixe seu comentário!</p>
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									<p>Minha primeira encomenda de traje típico português! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><span style="letter-spacing: 0.4px; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );"> Muitos de vocês que me acompanham, sabem que já me aventurei modificando trajes e até peças inspiradas, mas não tinha me comprometido ainda com o sonho de uma cliente. Para minha surpresa o primeiro veio em <i>tamanho</i> <i>infantil</i>! O desafio foi intenso pois fiz praticamente tudo em 2 semanas, mas tive a oportunidade de testar todas as técnicas que venho estudando nos últimos 2 anos, e o mais importante: </span><span style="letter-spacing: 0.4px; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif;"><b>os pais da pequena Manu amaram</b></span><span style="letter-spacing: 0.4px; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );"> e foi uma surpresa linda para seus avós! Todos os meus trabalhos tem muito carinho envolvido, mas aqueles que tocam na memória ancestral e afetiva, são mais do que especiais!</span></p><p>Como não moro no mesmo estado da cliente, <b>não foi possível provar</b> antes de fechar as peças! Então as três peças: camisa, avental e saia foram feitas baseado nas medidas apresentadas e com o auxílio da criança da vizinha! hahaha.</p>								</div>
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									<p><span style="letter-spacing: 0.4px;">Comecei pelo mais fácil: a saia. Os cortes são todos em retângulos: linho, lã, forro da barra, forro do cós e viés. Lavei antes de montar para que não enrugasse após o uso. Por estarmos no Brasil, o acesso a linho da terra ou estopa é quase impossível, então decidi usar linho puro fino, até por ser mais fresco e condizente com nosso clima tropical. Precisei juntar uma camada de forro (usei algodão cru) ao cós para que as pregas de imprensa tivessem a grossura habitual, e esta parte foi feita a mão, com fio de linho importado. </span></p><p><span style="letter-spacing: 0.4px;">A montagem em geral foi feita à máquina. Deixei a saia mais comprida que a medida e a encurtei adicionando duas carreiras de pregas, para que possam soltá-las conforme a Manu for crescendo. Também passei um soutache por dentro do viés, assim adicionando elasticidade à cintura.</span></p>								</div>
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									<p>No meio do caos, adaptei a modelagem comercial da <a href="https://www.folkwear.com/products/205-gibson-girl-blouse" target="_blank" rel="noopener">Gibson Blouse</a>, com uma redução matemática de 100% para 80% utilizando a medida do pescoço como referência e também o tipo físico da menina. Minha primeira tentativa foi mais drástica, em algodão cru&#8230; parecia um vestido para bebê! haha Logo reconsiderei tudo e me arrisquei no tecido final (<b>tricoline</b> estampada 100% algodão). Cortei os babados no viés para dar um twist. Os maiores ajustes após a única prova (na criança da vizinha) foram no ombros, cava e mangas.</p><p>Deixei as mangas com elástico, da mesma forma que minha avó fazia por 2 motivos: medo de não vestir bem, e porque se eu colocasse mais lacinhos para amarrar, imagine quantas horas a mãe da Manu iria levar para vesti-la! A camisa já tem 7 botões nas costas e tiras a frente. Para quem não conhece, este corte de camisa foi um clássico eduardiano, e tem seu nome batizado na &#8220;Gibson Girl&#8221;, o ideal de beleza feminina do virar do século 19 pro 20. É um corte transversal à todas as regiões de Portugal.</p>								</div>
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									<p><span style="letter-spacing: 0.4px;">Por último deixei o avental. Não foi uma escolha planejada mas sim forçada pela procura da agulha perfeita! Consegui achá-la com o auxílio da </span><a style="background-color: #fffaf2; font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); letter-spacing: 0.4px;" href="https://www.bylarilojaatelie.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Lari Ateliê</a><span style="letter-spacing: 0.4px;"> pela internet! Imagina isso! Afinal o bordado é fio de lã em cima de tecido lã. Vocês não sabem o tanto de força que é necessário para fazer o bordado &#8220;fada do lar&#8221;, tanto que acredito ser mais condizente para mãos masculinas. No Brasil chamamos de Ponto Russo ou Punch Needle. Criei o risco baseado em fotos de trajes antigos de lavradeiras. </span></p><p><span style="letter-spacing: 0.4px;">Como o tecido base era </span><span style="font-weight: bold; letter-spacing: 0.4px;">baeta</span><span style="letter-spacing: 0.4px;">, ou seja, fino demais, tive que duplicar o cós para chegar na grossura habitual das pregas de imprensa. O viés para o cós foi tingido de vermelho e ficou no tom perfeito! Esta também foi minha primeira experiência com tingimento, e eu amei!! Toques finais à mão: fiz uma &#8220;fita de nastro&#8221; decorativa com a própria baeta e ponto cruz, e adicionei fita de veludo rosa nas laterais e ponto espinha.</span></p>								</div>
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									<p style="text-align: left;">A escolha do traje foi feita baseada no gosto dos pais e no meu brainstorming para adequar historicamente o traje à idade da Manu. As exigências eram: cor vermelha, ter uma saia de &#8220;domingar&#8221; e um avental. Fiz o croqui, e após a confirmação, fui à procura dos tecidos e aviamentos que me faltavam. Na metade do segundo tempo uma faixa preta com franjas também foi adicionada à encomenda para o irmão da Manu! Por conta do tempo apertado, só ficou faltando completar esse traje com um lindo&nbsp;<a href="https://avilhoesa.com/produto-etiqueta/vermelho/">lenço vermelho</a>! Agora que vocês já viram tudo&#8230; como me sai?&nbsp;<span style="color: #202124; font-family: arial, sans-serif;"><span style="font-size: 16px;">★</span></span></p>
<p>Deixe seu comentário!</p>								</div>
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		<p>O conteúdo <a href="https://avilhoesa.com/2023/01/03/traje-tipico-infantil/">Traje Típico Infantil!</a> aparece primeiro em <a href="https://avilhoesa.com">Avilhoesa</a>.</p>
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		<title>Anatomia do Avental de Viana</title>
		<link>https://avilhoesa.com/2022/03/27/anatomia-avental-de-viana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2022 19:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traje Folclórico Português]]></category>
		<category><![CDATA[folclore portugues]]></category>
		<category><![CDATA[traje folclórico]]></category>
		<category><![CDATA[traje português]]></category>
		<category><![CDATA[viana do castelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avental de Viana faz parte do traje típico da lavradeira do Minho &#8211; Portugal. A Lavradeira lavra a terra, é uma camponesa, normalmente com posses, podendo até ser a que lavra com agulha, ou seja, borda. É o traje mais divulgado internacionalmente, impulsionado pela República, pelo Estado Novo, e enfim pelo turismo. Os gringos identificam-o mais facilmente como sendo &#8221; o traje folclórico português&#8221;, mas nós sabemos que tal coisa não existe, em nenhum país. Então, aqui está a ANATOMIA deste avental 👇🏻 dividido em 3 partes: FITA/TIRA &#8211; AMARRAR NA CINTURA CÓS DO AVENTAL CORPO &#8211; TECIDO feito em TEAR 1- A&#160;FITA &#160;Usada Normalmente é o &#8220;Galão de lã&#8221; ou fita de nastro. Em inglês ela é chamada de worsted wool tape, mas também pode ser tipo twill tape, de lã ou algodão. Perfeita para dar um acabamento grosso e seguro ao cós, e possibilita uma boa amarração na cintura. Também pode ser necessária pra dar acabamento às laterais e a bainha do avental, e às vezes até decorada com bordados e beijinhos. O tamanho que devemos cortar a fita vai depender totalmente da sua cintura, deixando bastante folga para dar um laço atrás. 2- O&#160;CÓS DO AVENTAL O cós apareceu durante a pesquisa com várias nomenclaturas: TRINCHA, FUNÉU, TIRA OU EMENDA &#8211; Consiste numa tira pregueada de tecido menos espesso que o corpo, normalmente em linho, estopa, ou baeta (lã fina batida). A técnica para dar este efeito, se chama “pregas de imprensa” ou Cartridge Pleating em inglês. Sobre o cós pode-se decorar com bordado a ponto cruz, bordado livre e até com miçangas e lantejoulas. Segundo o Livro de Certificação do traje, essa trincha deve ter entre 10 a 12 cm. 3- O&#160;CORPO O corpo é composto por um tecido feito em tear manual, com fios de lã natural, podendo ser monocromático ou bem colorido. Talhado no sentido da teia, é semelhante aos utilizados nas saias, com a trama totalmente lisa &#8211; simples, ou com relevos, chamados vulgarmente de puxados, topes ou &#8220;moscas&#8221;. Podem ter mais ou menos elementos decorativos, listrados, geométricos ou desenhos orgânicos como pássaros, flores e silvas. O tipo de decoração vai depender da época representada&#8230; Mais informações e curiosidades sobre esta peça, você encontra assistindo o vídeo! ♥</p>
<p>O conteúdo <a href="https://avilhoesa.com/2022/03/27/anatomia-avental-de-viana/">Anatomia do Avental de Viana</a> aparece primeiro em <a href="https://avilhoesa.com">Avilhoesa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O avental de Viana faz parte do traje típico da lavradeira do Minho &#8211; Portugal. A Lavradeira lavra a terra, é uma camponesa, normalmente com posses, podendo até ser a que lavra com agulha, ou seja, borda. É o traje mais divulgado internacionalmente, impulsionado pela República, pelo Estado Novo, e enfim pelo turismo. Os gringos identificam-o mais facilmente como sendo &#8221; o traje folclórico português&#8221;, mas nós sabemos que tal coisa não existe, em nenhum país.</p>



<p>Então, aqui está a <em>ANATOMIA</em> deste avental <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f447-1f3fb.png" alt="👇🏻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> dividido em 3 partes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>FITA/TIRA &#8211; AMARRAR NA CINTURA</strong></li><li><strong>CÓS DO AVENTAL</strong></li><li><strong>CORPO &#8211; TECIDO feito em TEAR</strong></li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">1- A&nbsp;FITA</h3>



<p>&nbsp;Usada Normalmente é o &#8220;<span style="text-decoration: underline;">Galão de lã</span>&#8221; ou <span style="text-decoration: underline;">fita de nastro</span>. Em inglês ela é chamada de worsted wool tape, mas também pode ser tipo twill tape, de lã ou algodão. Perfeita para dar um acabamento grosso e seguro ao cós, e possibilita uma boa amarração na cintura. Também pode ser necessária pra dar acabamento às laterais e a bainha do avental, e às vezes até decorada com bordados e beijinhos. O tamanho que devemos cortar a fita vai depender totalmente da sua cintura, deixando bastante folga para dar um laço atrás.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2- O&nbsp;CÓS DO AVENTAL</h3>



<p>O cós apareceu durante a pesquisa com várias nomenclaturas: <span style="text-decoration: underline;">TRINCHA, FUNÉU, TIRA OU EMENDA</span> &#8211; Consiste numa tira pregueada de tecido menos espesso que o corpo, normalmente em linho, estopa, ou baeta (lã fina batida). A técnica para dar este efeito, se chama “pregas de imprensa” ou Cartridge Pleating em inglês. Sobre o cós pode-se decorar com bordado a ponto cruz, bordado livre e até com miçangas e lantejoulas. Segundo o Livro de Certificação do traje, essa trincha deve ter entre 10 a 12 cm.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3- O&nbsp;CORPO</h3>



<p>O corpo é composto por um <span style="text-decoration: underline;">tecido feito em tear manual</span>, com fios de lã natural, podendo ser monocromático ou bem colorido. Talhado no sentido da teia, é semelhante aos utilizados nas saias, com a trama totalmente lisa &#8211; simples, ou com relevos, chamados vulgarmente de puxados, topes ou &#8220;moscas&#8221;. Podem ter mais ou menos elementos decorativos, listrados, geométricos ou desenhos orgânicos como pássaros, flores e silvas. O tipo de decoração vai depender da época representada&#8230;</p>



<p>Mais informações e curiosidades sobre esta peça, você encontra assistindo o vídeo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Avental de Viana - Intro e Bordado Ponto-Cruz - Traje Popular Português" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/7_hlSkSPjVY?start=348&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption>Conheça um pouco da sua história e veja o passo-a passo de como faço o bordado do cós do avental de Viana!</figcaption></figure>



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